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Escândalo: Faz um ano que desapareceram 57 armas da sede da PSP. Ainda não há arguidos

Dentro da PSP acredita-se que, tal como o material de Tancos, as pistolas Glock “também possam ser devolvidas, devido à evidente dificuldade na sua venda”

Há um ano, o desaparecimento de 57 pistolas Glock da sede da PSP era notícia, situação que foi motivo de grande embaraço para aquela força de segurança pública; contudo, isso não acelerou o processo de investigação do sucedido. Passados 365 dias, ainda não foram constituídos arguidos quanto a este roubo, revelou ao “Diário de Notícias” a Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Há pessoas sob suspeita”, mas que “tem havido dificuldade na obtenção de prova”, disse fonte da investigação criminal da PSP ao “DN”.

De acordo com um inquérito interno da PSP, houve “falhas de supervisão e controlo” das armas; até ao momento, ainda não houve consequências disciplinares.

Quatro das 57 armas foram apreendidas poucos dias depois do surgimento da notícia, nas mãos de criminosos. Uma estava na posse de um traficante de estupefacientes, no Porto; outras três foram apreendidas pela polícia espanhola, em Ceuta – facto que agravou a dimensão e a complexidade da investigação, por poder estar em causa tráfico internacional de armas.

Segundo o matutino, armas roubadas da PSP terão sido vendidas através de redes de traficantes em Marrocos.

Dentro da PSP acredita-se que, tal como o material de Tancos, as pistolas Glock “também possam ser devolvidas, devido à evidente dificuldade na sua venda: as armas têm gravada a inscrição “Força de Segurança””, disse a mesma fonte ao “DN”.

Fonte: Expresso

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