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Rudolfo Rebelo arrasa Mário Centeno

Que um Adalberto se despromova de ministro a simples director geral da Saúde e, caricato, aceite e se deixe representar no Parlamento pelo ministro das Finanças, percebo… Esta rapaziada desresponsabiliza-se, foge, esconde-se e ainda se acha a vitima.
O homem não se tem em boa conta. Cobardia política.
Já não percebo é um Parlamento, a oposição, aceitar a subalternidade, a demissão momentânea de um ministro…

O défice de Centeno é isto: não pagar as dívidas, (mas, faz a festa quando as paga… coisa idiota, mesmo), cortar no investimento público como em 60 anos não aconteceu, aumentar a carga fiscal na economia e nas famílias, como nunca: o peso fiscal no agregado familiar aumentou 3,1% (passou de 23,4% do rendimento de 2016 para 24,2% em 2017, segundo o INE), cativações, cortes no investimento público e milhares de milhões de euros em desvalorização de equipamentos hospitalares, rodo-ferroviários e aéro-portuários.
Nada se faz de novo ou se reconstroi no País: vive-se à custa dos impostos pagos no passado e a pagar no futuro.

E Portugal é um dos seis países das quase três dezenas da UE que menos cresce…

Um Presidente da República tem o dever, a obrigação de exigir muito mais. Não pode assistir ao desmonoramento dos activos do País, ao empobrecimento dos nossos hospitais, das escolas, das estradas, das infra-estruturas, sem um reparo. Não é o infeliz, mas já dito, “há mais vida para além do défice”, mas o Presidente não se limita a comparecer, para “tomar conta das ocorrências”.
No fundo…é isto.

Publicado a 11/04/2018

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