As suspeitas sobre os alegados pagamentos do Grupo Espírito Santo só surgiram quando a investigação já ia a meio. Para o Ministério Público acabou por tornar-se fundamental o testemunho de um dos arguidos. Aos investigadores, Hélder Bataglia contou que Ricardo Salgado lhe pediu para passar 12 milhões de euros para Carlos Santos Silva, o alegado testa-de-ferro de José Sócrates.

Fonte: Sic Noticias

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