Os refugiados acolhidos na cidade de Portalegre vão poder frequentar gratuitamente os equipamentos culturais, bem como as piscinas municipais.

A decisão foi aprovada na última reunião do elenco camarário e resulta de uma proposta apresentada pela Cáritas Diocesana de Portalegre.

Elicidio Bilé adiantou que actualmente estão a viver em Portalegre, em casas da Segurança Social, mais de duas dezenas de refugiados, entre adultos e crianças, oriundos de países africanos e do Médio Oriente.

O acolhimento de refugiados é uma injustiça terrível para com os portugueses que vivem em dificuldades e põe perigo a identidade e a segurança nacionais.

Configura uma injustiça terrível para com tantos portugueses que cada vez estão pior, no desemprego, despejados de suas casas. Para essa gente que nunca contribuiu com nada vão dar casas T4, 700 euros por mês, subsídio para isto e para aquilo. E aos nossos portugueses, quem lhes dá alguma coisa? em Viseu.

Temos também que criticar o “voluntarismo” que alguns autarcas portugueses têm demonstrado ao acolher os “refugiados”, considerando que tal vai “reverter numa espécie de racismo antinacional”.

Para ficarem bem na fotografia, estão a ficar contra os portugueses.

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